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A Polícia Civil pediu a prisão preventiva do suspeito, que foi ratificada pelo Ministério Público. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), no entanto, negou e estabeleceu medidas cautelares, segundo o advogado Carlos Becalete, que representa a família da adolescente.
Becalete afirmou que a Justiça concedeu medidas protetivas à família, como distanciamento e a proibição de contato.
Na cena registrada pela criança, o pastor aparece na porta do quarto dela, com parte do corpo atrás da parede. Segundo o relato, neste momento ele estava se masturbando enquanto a observava.
A menina fingiu estar jogando no celular para fazer o registro. Ela contou à família que, em seguida, depois que parou de gravar, José teria proferido palavras de cunho sexual, a chamando de "gostosinha", e avançou fisicamente.
O suspeito teria retirado a coberta e apalpado as nádegas da menina, conforme o depoimento dela.
O advogado da família relatou que o pastor foi contratado para fazer o serviço porque era considerado "uma pessoa de confiança" da família. Ele destaca que o homem está solto e continua trabalhando normalmente.
A reportagem questionou o TJ-SP sobre o motivo pelo qual a prisão preventiva foi negada, mas o órgão informou que não poderá responder devido à natureza da ocorrência e por envolver pessoa menor de idade.